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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Com o apoio do povo e de outros canais TV Revolta derruba ficha suja do Youtube

Após denúncias onde Guilherme Gamer era acusado de fazer campanha política no Youtube para o pré candidato a prefeito de São Paulo Celso Russomano (PRB), dois vídeos foram ocultados no canal do Gamer, impossibilitando o acesso ao público. Segundo informações, o caso foi parar no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo e em mãos de diversos jornalistas pois se tratava de um crime eleitoral já que em diversas partes da entrevista Celso Russomanno fazia promessas dizendo contribuir com o mundo dos Games.
O caso está sobre investigações. Se condenados, os envolvidos serão punidos conforme a lei.
Propaganda eleitoral antecipada
 
A propaganda eleitoral consiste em qualquer ato que leve a conhecimento público uma candidatura ou razões pelas quais o candidato seria o mais apto para ocupar o cargo público eletivo em questão, ainda que de modo indireto ou dissimulado. Ela somente é permitida após 5 de julho. Em momento anterior, não pode o político ou a agremiação partidária levar ao conhecimento geral, ainda que de forma dissimulada, a candidatura ou razões que induzam a concluir que o possível candidato é o mais apto ao exercício da função pública. Pode ficar caracterizada propaganda eleitoral antecipada por qualquer meio de comunicação (divulgação de discursos, panfletos, outdoor), sempre dependendo da análise do conteúdo divulgado, em cada caso concreto. A legislação permite, contudo, a participação de filiados a partidos políticos ou de pré-candidatos em entrevistas e programas no rádio, na televisão e na internet, além da divulgação de atos de parlamentares e debates legislativos, desde que não se mencione, de modo explícito ou dissimulado, a possível candidatura, ou se faça pedido de votos ou de apoio eleitoral. A sanção pela prática de propaganda antecipada é a de multa (art. 36, §3º, Lei nº 9.504/97). Se houver abuso de poder ou no uso dos meios de comunicação, por meio da propaganda, com o potencial de comprometer a lisura e o equilíbrio na disputa das eleições, o candidato poderá ter seu registro cassado e poderá ser declarada sua inelegibilidade (art. 22, XIV, LC nº 64/90). Acerca da fiscalização sobre a propaganda eleitoral, os juízes eleitorais detém poder de polícia para tomarem medidas urgentes em relação à propaganda que viole as leis eleitorais, devendo, após isso, encaminhar as provas e documentos que colherem à Procuradoria Regional Eleitoral, para a avaliação das possíveis providências. A atribuição para o ajuizamento de eventual representação por propaganda antecipada é dos Procuradores Auxiliares.


Leia tudo sobre o caso: http://www.tvrevolta.com.br/2012/01/politico-usa-inocencia-de-criancas-e.html